Assista, na integralidade, ao polêmico vídeo liberado pelo STF nos autos do inquérito 4.831/DF. Clique aqui para ler a decisão do Ministro Celso de Mello. Ele deixa a magistratura em setembro.
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sábado, 23 de maio de 2020
Brasília, 22/4/2020
Assista, na integralidade, ao polêmico vídeo liberado pelo STF nos autos do inquérito 4.831/DF. Clique aqui para ler a decisão do Ministro Celso de Mello. Ele deixa a magistratura em setembro.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
domingo, 13 de maio de 2012
Gênio do mal
Advogado criminal nascido e criado em Patos de Minas faz fortuna em Brasília defendendo políticos denunciados por corrupção
ELE CONQUISTOU FAMA E MUITOS MILHÕES DE DÓLARES utilizando informações privilegiadas e se especializando em salvar o couro de colarinhos-branco, notadamente os do Distrito Federal. O perfil do criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, vulgo "Kakay", foi o destaque da revista Piauí de novembro, cuja capa remete a usurários e publicanos da Idade Média.
Ele é membro de família tradicional de Patos de Minas e sobrinho do glorioso Altino Caixeta de Castro. A mídia local não repercutiu a notícia, enviada a este colunista por um leitor.
"O entrevistado, inclusive, é meu parente, mas o que me chamou a atenção foi a arrogância, e, aparentemente, os métodos nada ortodoxos do fulano para 'se dar bem' na profissão. Como pode alguém se orgulhar de pessoas como José Sarney, ACM etc. a ponto de ter quadros seus (deles) pendurados na parede?"
O fato de os expedientes "nada ortodoxos" citados pelo prezado leitor baterem de frente com o Estatuto da Ordem não impede que o profissional seja promovido em publicações financiadas pela instituição.
“O caso, juridicamente, é simples, esse inquérito não tem como prosseguir”, declarou na semana passada, dois dias antes de o parlamentar renunciar à sigla e evitar sua expulsão do partido. “Há que se investigar o Ministério Público que durante três anos o gravou ilegalmente e há que se investigar por que o juiz determinou que ele fosse gravado durante três anos.”
A inconstitucionalidade dos grampos telefônicos por longos períodos foi tópico de palestra ministrada por Antônio Carlos a estudantes do curso de direito do Unipam, em 2010 (“O advogado criminal no Estado de Direito”), quando discorreu mais sobre os telefonemas que recebe de chefes e ministros de Estado, dentre outras autoridades, do que propriamente sobre escutas clandestinas.
Talentoso, imoral e exibicionista, Antônio Carlos se gaba de pagar quarenta mil reais em um único jantar e de ter roupa de cama personalizada com suas iniciais no Emiliano, referência em “hospitalidade de luxo". Todas as suas causas têm origem em sua rede de influência.
Abaixo, trechos da reportagem de Daniela Pinheiro.
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Outras páginas do autor: duck city / fakebook / post script / epitaphius / ombudsboy / portfolio
ELE CONQUISTOU FAMA E MUITOS MILHÕES DE DÓLARES utilizando informações privilegiadas e se especializando em salvar o couro de colarinhos-branco, notadamente os do Distrito Federal. O perfil do criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, vulgo "Kakay", foi o destaque da revista Piauí de novembro, cuja capa remete a usurários e publicanos da Idade Média.
Ele é membro de família tradicional de Patos de Minas e sobrinho do glorioso Altino Caixeta de Castro. A mídia local não repercutiu a notícia, enviada a este colunista por um leitor.
"O entrevistado, inclusive, é meu parente, mas o que me chamou a atenção foi a arrogância, e, aparentemente, os métodos nada ortodoxos do fulano para 'se dar bem' na profissão. Como pode alguém se orgulhar de pessoas como José Sarney, ACM etc. a ponto de ter quadros seus (deles) pendurados na parede?"
O fato de os expedientes "nada ortodoxos" citados pelo prezado leitor baterem de frente com o Estatuto da Ordem não impede que o profissional seja promovido em publicações financiadas pela instituição.
* * * *
Antônio Carlos
também está no centro do mais recente escândalo nacional: o suposto
envolvimento de seu cliente, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), na
rede de jogos ilícitos investigada pela Operação Monte Carlo, da Polícia
Federal.“O caso, juridicamente, é simples, esse inquérito não tem como prosseguir”, declarou na semana passada, dois dias antes de o parlamentar renunciar à sigla e evitar sua expulsão do partido. “Há que se investigar o Ministério Público que durante três anos o gravou ilegalmente e há que se investigar por que o juiz determinou que ele fosse gravado durante três anos.”
A inconstitucionalidade dos grampos telefônicos por longos períodos foi tópico de palestra ministrada por Antônio Carlos a estudantes do curso de direito do Unipam, em 2010 (“O advogado criminal no Estado de Direito”), quando discorreu mais sobre os telefonemas que recebe de chefes e ministros de Estado, dentre outras autoridades, do que propriamente sobre escutas clandestinas.
Talentoso, imoral e exibicionista, Antônio Carlos se gaba de pagar quarenta mil reais em um único jantar e de ter roupa de cama personalizada com suas iniciais no Emiliano, referência em “hospitalidade de luxo". Todas as suas causas têm origem em sua rede de influência.
Abaixo, trechos da reportagem de Daniela Pinheiro.
*
Ao longo dos anos, de fato, Kakay desenvolveu um acurado canal de
comunicação com a mídia. Fala com colunistas, repórteres, diretores de
redação e patrões, a quem municia com informações que interessam a eles e
a si próprio. Quando precisa se posicionar publicamente sobre um caso,
pede que o entrevistem ou que publiquem seus artigos, no que quase
sempre é atendido.
* Em três
semanas, Kakay publicara três artigos (na Folha, n’O Globo e n’O Estado
de S. Paulo), participara de quatro programas de televisão, falara no
Jornal Nacional, aparecera na capa de um jornal da OAB.
*
Recentemente, Kakay comprou um cemitério em Belo Horizonte. Explicou
por quê: “É o melhor investimento para retorno imobiliário hoje. Você
compra em alqueire e vende a terra em palmos.” Um amigo arrisca que seu
patrimônio ultrapasse 100 milhões de reais.
*
Com uma porta de quase 7 metros de altura em madeira de demolição, e a
enorme escultura de um rinoceronte na entrada, a casa de Kakay tem 1 500
metros quadrados e três pavimentos. Uma vez, um amigo paulista que o
visitava ficou encantado com o clube que admirava da varanda. “Clube? É
meu quintal!”, respondeu Kakay. Quando a área, no Lago Sul, era um
terreno baldio, ele soube de antemão que o projeto de uma ponte vizinha
fora aprovado. Arrematou o terreno por uma pechincha.
*
Além da casa em Brasília, tem um apartamento de 400 metros quadrados de
frente para o mar, em Ipanema, outros imóveis e participação em várias
empresas. Dentre elas, há uma firma especializada na instalação de
lombadas eletrônicas e radares de trânsito – com contratos com o governo
federal – e a Divitex, responsável pela construção de um loteamento no
sítio do Pericumã, em Brasília. Seu sócio na empresa, José Sarney,
costumava passar ali os finais de semana.
*
No primeiro governo Lula, o banqueiro Daniel Dantas envolveu-se numa
briga de morte pelo naco mais lucrativo da telefonia, chegando a
contratar a empresa de espionagem Kroll. A certa altura, chamou Kakay. A
Polícia Federal fez uma batida no escritório do banqueiro e descobriu
uma nota fiscal de 8 milhões de reais, relativos aos honorários do
advogado. Outros dois advogados de Dantas no caso ganharam,
respectivamente, 1 milhão e 3 milhões de reais. Especulou-se que Kakay
encaminharia o excedente da remuneração que recebeu à cúpula do PT.
Clique AQUI para conferir o texto na íntegra.________________________________________________________________________
Outras páginas do autor: duck city / fakebook / post script / epitaphius / ombudsboy / portfolio
domingo, 18 de outubro de 2009
SuperAvaxHome!

National Geographic, Science, The Observer, El País, The Daily Telegraph, Réponses Photo, Le Figaro, Rolling Stones, O Estado de S. Paulo, Financial Times, Sueddeutsche Zeitung vom, Le Monde, Il Corriere della Sera, The Wall Street Journal:
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Ambas as indicações são de nosso amigo Sandoval Silveira Jr. É ou não é de pai para filho, cara-pálida?
Ambas as indicações são de nosso amigo Sandoval Silveira Jr. É ou não é de pai para filho, cara-pálida?
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
"O Catão de hoje é o mandrião de amanhã"
Sarney é Sarney desde que entrou na política. O que armou e aprontou depois de deixar a presidência é de conhecimento amplo da mídia e (...) nada se fez durante vinte anos. Permitiram-se abusos no Amapá, no Maranhão, permitiu-se que sua influência abatesse governadores eleitos, derrubados por motivos menores. Mesmo assim, durante décadas mereceu todo o cuidado por parte da imprensa, e um carinho e proteção especial da Folha. O Otavinho sabe a razão.
Agora, esse tiroteio infindável contra ele não tem razões nobres. A mídia fez o mesmo em todos os momentos anteriores da vida nacional. Cria o clima, levanta a bola de quem quiser se apresentar como o vingador e vai gerando fatos, tirando os escândalos que lhe interessam da gôndola do supermercado e mandando bala.
(...) Hoje em dia o maior poder do país, aquele sem o menor limite, sem os contrapesos fundamentais da prática democrática, se chama mídia. Ela é a única capaz de intimidar o Judiciário, o Executivo, assassinar reputações. Juízes que se colocam contra, desembargadores, ministros, políticos, são fuzilados inapelavelmente. Bastava uma fonte não se mostrar de boa vontade para ser fuzilada com adjetivos ou com factóides. Nem se fale dos interesses maiores, expostos agora nesse lamaçal em que se tornou o gasto com Educação de diversos estados - que passaram a adquirir maciçamente material de editoras jornalísticas como compra de proteção.
(...) Seu poder reside na falta de transparência da sociedade. É o que permite a ela se tornar "dona" da informação, selecionando as que melhor lhe convem ou editando de acordo com suas conveniências. É por isso que todas as campanhas midiáticas visam pessoas e escândalos pontuais - levantados de acordo com as conveniências do momento - e não mudanças capazes de impedir a perpetuação do erro.
Luis Nassif, apud: CONTRAF
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Saudades da dita "branda"

A Folha de S.Paulo publicou hoje um editorial tentando justificar as mentiras repetidas pelo jornal.
Calúnias que atingem diretamente a Rede Record e a honra de seus artistas, jornalistas e demais funcionários.
Mais uma vez, o jornal se faz de vítima.
O texto frágil e tortuoso chama de “ataque” o direito de resposta da Record. Direito, aliás, que nem sempre foi respeitado pelo jornal após a publicação de cada notícia mentirosa nos últimos seis meses.
As falsidades chegaram ao limite com a repercussão de uma inexistente doença do proprietário da Rede Record, Edir Macedo, e a distorção dos números de audiência da Record News, desmentidos pelo próprio Ibope.
A assessoria de comunicação da Record pediu retratação sucessivas vezes e o resultado foi sempre o mesmo: omissão.
Espaço do leitor, “Erramos”, ombudsman e a própria coluna de TV.
Todos se calaram.
Onde ficou o “outro lado”?
Nesta sexta, a Folha de S.Paulo se superou.
A família Frias, dona do Grupo Folha, usou seu espaço mais importante para sustentar a série de mentiras.
Página de opinião de que os Frias sempre se orgulharam em utilizar em nome do bom jornalismo.
E a Record não foi a única vítima.
Os brasileiros que sofreram durante a ditadura foram agredidos pela família Frias neste mesmo espaço.
Há 31 dias, a Folha de S.Paulo chamou de “ditabranda” os anos de chumbo no Brasil.
Estaria a Folha de S.Paulo revivendo sua atuação suspeita nos tempos do regime militar?
Por isso, não é de surpreender o tom raivoso do editoral desta sexta, que chega ao absurdo de ameaçar a Record.
É verdade que o texto quase admitiu o jornalismo tendencioso contra a Record.
O editorial diz: “(…) A coluna pode cometer eventuais falhas”.
Mas foi só.
Em seguida afirma que as calúnias foram “retificadas de modo transparente”.
Mentira.
Em outro trecho, o jornal reconhece estar no meio de um “duelo feroz” entre a Globo e a Record.
Só não revela que é sócia das Organizações Globo em uma de suas publicações.
Por que a Folha de S.Paulo esconde isso de seus leitores?
Isso é “independência jornalística”, como cita o editorial?
Isso é “agir com máxima isenção”?
Isso é “prática de jornalismo verdadeiro”?
É possível acreditar que uma empresa será imparcial numa disputa que envolve o seu próprio sócio?
A brutal queda de leitores, que aumenta a cada ano de maneira impressionante, é uma resposta do Brasil à Folha de S.Paulo.
Editorial "FOLHA DE MENTIRAS", transmitido pela Rede Record de Televisão em 17/03/09.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Acordo cifrográfico

Num país em que muitos municípios não têm sequer uma biblioteca pública acho que é um desperdício provocar o gasto de milhões de reais com a compra de novos livros para substituir outros iguais das bibliotecas que já existem por causa de uns poucos acentos e pela inclusão das letras K, W e Y, que na prática já estão presentes em nosso dia-a-dia. Bastaria incorporá-las ao alfabeto e pronto. Sem contar que algumas palavras continuarão sendo escritas de forma diferente no Brasil e em Portugal. O que justificará num futuro próximo mais uma reforma dessas, para jogar muita grana nas mãos dos editores. Tudo decidido por meia dúzia de acadêmicos. Que democracia é essa? Chegaram a fazer umas matérias por aí sobre a praticidade ou não da reforma, mas todo mundo se nega a discutir os custos dela. Parece haver uma cumplicidade da grande imprensa, dos linguistas (sim, agora sem o trema) e dos editores interessados.
Mouzar Benedito
In: Revista do Brasil
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Sex-sufrágio
Manchete do Patos Hoje: "Mais de 600 homens vão fazer a segurança nas eleições 2008 na região".
E quanto ao efetivo do sexo feminino, cara-pálida, não será convocado?
E quanto ao efetivo do sexo feminino, cara-pálida, não será convocado?
sábado, 9 de agosto de 2008
Pimenta e refresco
Diogo Mainard acionou judicialmente o portal iG e o jornalista Luís Nassif pela série Veja: um retrato falado, em dez capítulos, na qual a Inominável e seu colunista são acusados, entre outras falcatruas, de fazer ataques sob encomenda de lobistas, em troca de verbas publicitárias.
Curioso, cara-pálida... Há menos de 2 anos, quando o jornalista e apresentador Paulo Henrique Amorim entrou com uma queixa-crime contra difamações de Mainard, este defendera que questões de imprensa devem ser resolvidas na imprensa, e não nos tribunais. “Jornalista que processa jornalista é maricas", afirmou.
Curioso, cara-pálida... Há menos de 2 anos, quando o jornalista e apresentador Paulo Henrique Amorim entrou com uma queixa-crime contra difamações de Mainard, este defendera que questões de imprensa devem ser resolvidas na imprensa, e não nos tribunais. “Jornalista que processa jornalista é maricas", afirmou.
domingo, 13 de julho de 2008
Guerra digital

A foto acima, distribuída pela agência France-Presse, apesar de grosseiramente adulterada, foi estampada nas primeiras páginas dos principais jornais no mundo inteiro na semana passada. Abaixo, a imagem dos mísseis iranianos original.

Fonte: The New York Times
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