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sábado, 23 de maio de 2020

Brasília, 22/4/2020




Assista, na integralidade, ao polêmico vídeo liberado pelo STF nos autos do inquérito 4.831/DF. Clique aqui para ler a decisão do Ministro Celso de Mello. Ele deixa a magistratura em setembro.




quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

"1994"



Vinte anos atrás, no Jornal Nacional:
"...Tudo na Globo é tendencioso e manipulado."

domingo, 24 de março de 2013

Fakebook



Phillip (o Governador), Andrea e Bichonne: o triângulo amoroso da terceira temporada de The Walking Dead, cujo penúltimo episódio vai ao ar hoje à noite (24/3), nos EUA.


Amanhã de manhã (segunda) já estará disponível na internete, com legendas em português (muito superior à dublagem feita pelo canal Fox):

baixartv.com/download

Clique AQUI para baixar a série original, em quadrinhos (em inglês e português). Nos EUA, a revista já está no n. 108.

sábado, 26 de maio de 2012

Pobre menina




Talvez o desabafo seja o ponto final de uma demorada e penosa trajetória. Muitas vezes, vítimas de abuso só conseguem falar abertamente sobre o que aconteceu quando sublimam, de alguma forma, a violência. Este parece ser o caso de Xuxa. As feridas, que impedem pensar uma vida amorosa, ainda estão expostas.
O primeiro sinal deveria ser percebido no lar. A criança muda de comportamento com alguma pessoa. Pode também aumentar a agressividade ou, ao contrário, o isolamento. Geralmente, o molestador é conhecido.
Pensemos nos milhares de crianças que estão sendo abusadas – e que tal exposição propiciou que isso viesse à tona. As denúncias cresceram 30% após o depoimento. Xuxa, que se conecta com crianças, ajudou-as e a seus pais ao falar de forma tão pessoal de um tema tabu. 

Marta Suplicy, hoje, na "Folha"  (com adaptações).

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Saudades da dita "branda"


A Folha de S.Paulo publicou hoje um editorial tentando justificar as mentiras repetidas pelo jornal.

Calúnias que atingem diretamente a Rede Record e a honra de seus artistas, jornalistas e demais funcionários.

Mais uma vez, o jornal se faz de vítima.

O texto frágil e tortuoso chama de “ataque” o direito de resposta da Record. Direito, aliás, que nem sempre foi respeitado pelo jornal após a publicação de cada notícia mentirosa nos últimos seis meses.

As falsidades chegaram ao limite com a repercussão de uma inexistente doença do proprietário da Rede Record, Edir Macedo, e a distorção dos números de audiência da Record News, desmentidos pelo próprio Ibope.

A assessoria de comunicação da Record pediu retratação sucessivas vezes e o resultado foi sempre o mesmo: omissão.

Espaço do leitor, “Erramos”, ombudsman e a própria coluna de TV.

Todos se calaram.

Onde ficou o “outro lado”?

Nesta sexta, a Folha de S.Paulo se superou.

A família Frias, dona do Grupo Folha, usou seu espaço mais importante para sustentar a série de mentiras.

Página de opinião de que os Frias sempre se orgulharam em utilizar em nome do bom jornalismo.

E a Record não foi a única vítima.

Os brasileiros que sofreram durante a ditadura foram agredidos pela família Frias neste mesmo espaço.

Há 31 dias, a Folha de S.Paulo chamou de “ditabranda” os anos de chumbo no Brasil.

Estaria a Folha de S.Paulo revivendo sua atuação suspeita nos tempos do regime militar?

Por isso, não é de surpreender o tom raivoso do editoral desta sexta, que chega ao absurdo de ameaçar a Record.

É verdade que o texto quase admitiu o jornalismo tendencioso contra a Record.

O editorial diz: “(…) A coluna pode cometer eventuais falhas”.

Mas foi só.

Em seguida afirma que as calúnias foram “retificadas de modo transparente”.

Mentira.

Em outro trecho, o jornal reconhece estar no meio de um “duelo feroz” entre a Globo e a Record.

Só não revela que é sócia das Organizações Globo em uma de suas publicações.

Por que a Folha de S.Paulo esconde isso de seus leitores?

Isso é “independência jornalística”, como cita o editorial?

Isso é “agir com máxima isenção”?

Isso é “prática de jornalismo verdadeiro”?

É possível acreditar que uma empresa será imparcial numa disputa que envolve o seu próprio sócio?

A brutal queda de leitores, que aumenta a cada ano de maneira impressionante, é uma resposta do Brasil à Folha de S.Paulo.

Editorial "FOLHA DE MENTIRAS", transmitido pela Rede Record de Televisão em 17/03/09.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Prato atípico



Para marcar os 100 anos da imigração japonesa, celebrada hoje (data da chegada do navio Kasato Maru, transportando 165 famílias, após 2 meses de viagem) a Globo mostrou nos últimos dias uma série de reportagens sobre algumas peculiaridades culturais daquele povo. A utilização dos 5 sentidos na degustação das refeições, por exemplo, seria uma das razões para a longevidade dos japoneses, que vivem cerca de dez anos a mais que os brasileiros.

Ao preparar uma receita para o Jornal Hoje, a entrevistada de Sandra Annemberg esclarece que os hábitos alimentares no Japão são muito mais saudáveis porque os japoneses, além de se servirem uma única vez, "comem mais peixe do que carne".

De fato, cara-pálida, trata-se de um costume de difícil assimilação para nós, ocidentais. Será que os peixes nipônicos são considerados "frutos" do mar e sua parte comestível, polpa?

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Mistura perigosa



O índice de crimes e acidentes envolvendo o consumo de bebidas alcoólicas é cada vez maior, assim como o público consumidor é cada vez mais jovem. Medidas para tentar reverter esse quadro, como a proibição da venda desses produtos em rodovias e restrições à sua divulgação em determinados horários, deixaram indignados comerciantes e publicitários preocupados apenas com seus próprios interesses. Abaixo, a íntegra de nota divulgada na TV pela Associaçao Brasileira de Agências de Publicidade (Abap):

Querem proibir
a publicidade de cervejas no Brasil.

Como se a publicidade
fosse a culpada pelos irresponsáveis
que dirigem embriagados

pelos criminosos
que vendem bebidas a menores,

pelos covardes
que praticam violências
de qualquer espécie.

Não.
A publicidade não faz isso.

O problema não está
na liberdade de expressão
de uma maioria
que cumpre as leis.

Está na liberdade de ação
de uma minoria que viola essas leis.


A peça foi criada pela agência F/Nazca, que também assina campanhas para a Skol. Apesar de responsável por disciplinar as normas éticas para publicidade de bebidas alcoólicas, o Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária (CONAR) não restringiu o anúncio da Abap, flagrantemente enganoso e abusivo, nos termos do artigo 37 do CDC:

- Art. 37 - É proibida toda publicidade enganosa ou abusiva.

§ 1º. É enganosa qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, inteira ou parcialmente falsa, ou, por qualquer outro modo, mesmo por omissão capaz de induzir em erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços.

§ 2º. É abusiva, dentre outras, a publicidade discriminatória de qualquer natureza, a que incite à violência, explore o medo ou a superstição, se aproveite da deficiência de julgamento e experiência da criança, desrespeita valores ambientais, ou que seja capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa à sua saúde ou segurança.

§ 3º. Para os efeitos deste Código, a publicidade é enganosa por omissão quando deixar de informar sobre dado essencial do produto ou serviço.