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segunda-feira, 30 de setembro de 2024

Portas abridas...

 ...aos cidadões de bens


domingo, 16 de maio de 2021

Parei de ver quando o brother diz que Darkside é um conhecido vilão da MARVEL...

 

Como assim, QUASE 176 PÁGINAS? Esse número não é EXATO? E o que significa "O PREÇO DE CAPA ESTÁ CUSTANDO"? Será que o preço está a venda?

 

sábado, 23 de maio de 2020

Brasília, 22/4/2020




Assista, na integralidade, ao polêmico vídeo liberado pelo STF nos autos do inquérito 4.831/DF. Clique aqui para ler a decisão do Ministro Celso de Mello. Ele deixa a magistratura em setembro.




quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Última apresentação do Rei



"Unchained Melody" (Righteous Brothers, 1955)

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Black: "Friday"


Um ótimo final de semana a todos!

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Independence Day




"Firework" (Katy Perry)

Priscilla





I Can't Help Falling In Love (Elvis "THE KING" Presley)

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Pale Blue Dot

https://writescience.files.wordpress.com/2015/07/pale-blue-dot-wallpaper-1900x1200.jpg

Na nossa obscuridade, em toda esta vastidão, não há indícios de que vá chegar ajuda de outro lugar para nos salvar de nós próprios. 




Cquote1.svg É a nossa casa, somos nós. Nele, todos a quem ama, todos a quem conhece, qualquer um sobre quem você ouviu falar, cada ser humano que já existiu, viveram as suas vidas. O conjunto da nossa alegria e nosso sofrimento, milhares de religiões, ideologias e doutrinas econômicas confiantes, cada caçador e coletor, cada herói e covarde, cada criador e destruidor da civilização, cada rei e camponês, cada jovem casal de namorados, cada mãe e pai, criança cheia de esperança, inventor e explorador, cada professor de ética, cada político corrupto, cada "superestrela", cada "líder supremo", cada santo e pecador na história da nossa espécie viveu ali - em um grão de pó suspenso num raio de sol. A Terra é um cenário muito pequeno numa vasta arena cósmica.

Pense nos rios de sangue derramados por todos aqueles generais e imperadores, para que, na sua glória e triunfo, pudessem ser senhores momentâneos de uma fração de um ponto. Pense nas crueldades sem fim infligidas pelos moradores de um canto deste pixel aos praticamente indistinguíveis moradores de algum outro canto, quão frequentes seus desentendimentos, quão ávidos de matar uns aos outros, quão veementes os seus ódios.

As nossas posturas, a nossa suposta autoimportância, a ilusão de termos qualquer posição de privilégio no Universo, são desafiadas por este pontinho de luz pálida. O nosso planeta é um grão solitário na imensa escuridão cósmica que nos cerca. Na nossa obscuridade, em toda esta vastidão, não há indícios de que vá chegar ajuda de outro lugar para nos salvar de nós próprios.

A Terra é o único mundo conhecido, até hoje, que abriga vida. Não há outro lugar, pelo menos no futuro próximo, para onde a nossa espécie possa emigrar. Visitar, sim. Assentar-se, ainda não. Gostemos ou não, a Terra é onde temos de ficar por enquanto.

Já foi dito que astronomia é uma experiência de humildade e criadora de caráter. Não há, talvez, melhor demonstração da tola presunção humana do que esta imagem distante do nosso minúsculo mundo. Para mim, destaca a nossa responsabilidade de sermos mais amáveis uns com os outros, e para preservarmos e protegermos o "pálido ponto azul", o único lar que conhecemos.


Trecho de "O pálido Ponto Azul: uma visão do futuro da humanidade no espaço".
Carl Sagan, 1994

domingo, 12 de julho de 2015

Thinking out loud (Ed Sheeran)

O clipe é um espetáculo à parte:


segunda-feira, 18 de maio de 2015

Alter egos

"I have a dream" (1963), Martin Luther King:

  


"Animal Farm" (1945), George Orwell:

 
Todos os animais estavam presentes, exceto Moisés, o corvo domesticado, que dormia fora, num poleiro junto à porta dos fundos. Quando o Major os viu, bem acomodados e aguardando atentamente, limpou a garganta e começou:

- Camaradas, já ouvistes, por certo, algo a respeito do estranho sonho que tive à noite passada. Mas falarei do sonho mais tarde. Antes, tenho outras coisas a dizer. Sei, camaradas, que não estarei convosco por muito mais tempo e, antes de morrer, considero uma obrigação transmitir-vos o que aprendi sobre o mundo. Já vivi bastante e muito tenho refletido na solidão da minha pocilga. Creio poder afirmar que compreendo a natureza da vida sobre esta terra, tão bem quanto qualquer outro animal vivente. É sobre o que desejo vos falar.

"Então, camaradas, qual é a natureza desta nossa vida? Enfrentemos a realidade: nossa vida é miserável, trabalhosa e curta. Nascemos, recebemos o mínimo alimento necessário para continuar respirando, e os que podem trabalhar são exigidos até a última parcela de suas forças; no instante em que nossa utilidade acaba, trucidam-nos com hedionda crueldade.

Nenhum animal, na Inglaterra, sabe o que é felicidade ou lazer, após completar um ano de vida. Nenhum animal, na Inglaterra, é livre. A vida do animal é feita de miséria e escravidão: essa é a verdade, nua e crua.

"Será isso, apenas, a ordem natural das coisas? Será esta nossa terra tão pobre que não ofereça condições de vida decente aos seus habitantes? Não, camaradas, mil vezes não! O solo da Inglaterra é fértil, o clima é bom, ela pode dar alimento em abundância a um número de animais muitíssimo maior do que o existente. Só esta nossa fazenda comportaria uma dúzia de cavalos, umas vinte vacas, centenas de ovelhas --vivendo todos num conforto e com uma dignidade que, agora, estão além de nossa imaginação. Por que, então, permanecemos nesta miséria? Porque quase todo o produto do nosso esforço nos é roubado pelos seres humanos. Eis aí, camaradas, a resposta a todos os nossos problemas. Resume-se em uma só palavra --Homem. O Homem é o nosso verdadeiro e único inimigo. Retire-se da cena o Homem e a causa principal da fome e da sobrecarga de trabalho desaparecerá para sempre.

"O Homem é a única criatura que consome sem produzir. Não dá leite, não põe ovos, é fraco demais para puxar o arado, não corre o que dê para pegar uma lebre. Mesmo assim, é o senhor de todos os animais. Põe-nos a mourejar, dá-nos de volta o mínimo para evitar a inanição e fica com o restante. Nosso trabalho amanha o solo, nosso estrume o fertiliza, e, no entanto, nenhum de nós possui mais que a própria pele. As vacas, que aqui vejo à minha frente, quantos litros de leite terão produzido neste ano? E que aconteceu a esse leite, que poderia estar alimentando robustos bezerrinhos? Desceu pela garganta dos nossos inimigos. E as galinhas, quantos ovos puseram neste ano, e quantos se transformaram em pintinhos? Os restantes foram para o mercado, fazer dinheiro para Jones e seus homens. E você, Quitéria, diga-me onde estão os quatro potrinhos que deveriam ser o apoio e o prazer da sua velhice. Foram vendidos com a idade de um ano --nunca mais você os verá. Como paga por seus quatro partos e por todo o seu trabalho no campo, que recebeu você, além de ração e baia?

"Mesmo miserável como é, nossa vida não chega nem ao fim de modo natural. Não me queixo por mim, que tive até muita sorte. Estou com doze anos e sou pai de mais de quatrocentos porcos. Isto é a vida normal de um barrão. Mas no fim, nenhum animal escapa ao cutelo.


Vós, jovens leitões que estais sentados à minha frente, não escapareis de guinchar no cepo, dentro de um ano. Todos chegaremos a esse horror, as vacas, os porcos, as galinhas, as ovelhas, todos. Nem mesmo os cavalos e os cachorros escapam a esse destino. Sansão, no dia em que seus músculos fortes perderem a rigidez, Jones o mandará para o carniceiro e você será degolado e fervido para os cães de caça. Quanto aos cachorros, depois de velhos e desdentados, Jones amarra-lhes uma pedra ao pescoço e os atira na primeira lagoa.

"Não está, pois, claro como água, camaradas, que todos os males da nossa existência têm origem na tirania dos humanos?" (...)


"E agora, camaradas, vou contar-vos o sonho que tive a noite passada. Não sei como explicá-lo. Foi um sonho sobre como será o mundo quando o Homem desaparecer. Mas lembrou-me algo que há muito eu esquecera. Há anos, quando eu ainda um leitãozinho, minha mãe e as outras porcas costumavam cantar uma antiga canção da qual só conheciam a melodia e as três primeiras palavras. Na minha infância aprendi a melodia, depois a esqueci. A noite passada, entretanto, ela me voltou à memória (...). 

Bichos ingleses e irlandeses, 
Bichos de todas as partes! 
Eis a mensagem de esperança, 
No futuro que virá! 

Cedo ou tarde virá o dia, 
Cairá a tirania 
E os campos todos da Inglaterra 
Só aos bichos caberão! 

Não mais argolas em nossas ventas, 
Dorsos livres dos arreios, 
Freios e esporas, descartados, 
Chicotadas abolidas! 

Muito mais ricos do que sonhamos 
Possuiremos daí por diante 
O trigo, o feno, e a cevada, 
Pasto aveia e feijão!

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

domingo, 10 de agosto de 2014

sábado, 1 de março de 2014

"Encouraçado Espacial Yamato": a série clássica ressurge




Baixe os 26 episódios de "Yamato 2199", a nova versão da série animada japonesa "Space Battleship Yamato" (ou simplesmente "Patrulha Estelar", de Leiji Matsumoto), uma saga futurista inspirada nas batalhas navais da Segunda Guerra Mundial:


MEGA Drive (legendado)

Cortesia: Action & Comics

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

"1994"



Vinte anos atrás, no Jornal Nacional:
"...Tudo na Globo é tendencioso e manipulado."

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Em nome do amor




UMA DAS CANÇÕES  DE ROCK DE MAIOR SUCESSO de todos os tempos completa 29 anos dia 1º, data do lançamento do álbum "The Unforgettable Fire". Pride ("Orgulho)", da banda irlandesa U2, foi composta em memória do "Príncipe da Paz", reverendo Martin Luther King Jr.

Mártir dos direitos civis dos negros nos EUA, King foi assassinado na manhã de 4 de abril de 1968, aos 39 anos. Clique no linque abaixo para assistir ao legendário discurso do Rei, proferido há 50 anos, em Washington D.C.

"I Have a Dream"

Livre ao final, eles pegaram a sua vida
Eles não poderiam pegar o seu orgulho

domingo, 3 de março de 2013

Três lendas dos quadrinhos abrem a caixa de Pandora


Encontro de Joe Kubert, Moebius (Gir) e Neal Adams. Há 30 anos, em Nova York.
Enviado por Wander Lúcio Rodrigues Alves.