domingo, 8 de julho de 2018

Acesse conteúdos restritos a assinantes (sem burocracia)






Basta fazer a busca, no Google, da matéria que você deseja acessar e selecione a opção EM CACHE, conforme figura acima. Pronto. Se preferir, você pode salvar o arquivo em PDF instalando um  software como a impressora virtual CUTEPDF.

Fotocharge




Recebido via WhatsApp

terça-feira, 12 de junho de 2018

Ação antipirataria: acesso ao MINHATECA permanece bloqueado



O endereço web do site "Minhateca", que oferecia serviços de armazenamento e compartilhamento de arquivos on-line, foi congelado por decisão da Justiça de São Paulo em uma ação movida pela Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR), representante do mercado editorial no Brasil. O Minhateca permitia que internautas enviassem conteúdo e depois compartilhassem arquivos por meio de links diretos ou pastas abertas on-line. 

A decisão da juíza Adriana Cardoso dos Reis data do dia 12 de maio. Por causa do congelamento do endereço, o site está inacessível pelo seu endereço desde o dia 16 de maio. No despacho, que foi obtido por este blog, a juíza justificou a medida informando que a ré do processo, a "Safenames Brazil", "sequer foi localizada". A ação foi movida no final de 2016. 

A Safenames é uma empresa especializada em registro de domínios e monitoramento de marcas na internet. Esse tipo de empresa costuma registrar vários sites para seus clientes, mas não é responsável pela operação das páginas. A Justiça até o momento não conseguiu localizar a companhia para que ela informasse o verdadeiro dono do site Minhateca, que teria contratado a Safenames para efetuar o registro do endereço. 

No Google Play, o aplicativo do Minhateca soma mais de 500 mil downloads. O responsável pelo app está identificado como "Abelhas.pt", um site semelhante ao Minhateca voltado ao mercado português que já não existe mais, e traz um endereço físico do Chipre. 

O site tem seu conteúdo hospedado na AbeloHost, uma empresa holandesa que oferece "privacidade total" e aceita pagamento com moedas virtuais. A pirataria não está entre os conteúdos proibidos pelos termos de uso da AbeloHost. 

O blog não conseguiu entrar em contato com o Minhateca. O único endereço de e-mail fornecido é do próprio Minhateca e, como o endereço foi congelado, ele não funciona mais. O blog também procurou a Safenames e os endereços de e-mail registrados para a Safenames Brazil, mas o contato não foi retornado. 

A empresa está registrada em nome de dois sócios e estaria sediada em Foz do Iguaçu (PR). Segundo Dalton Morato, advogado da ABDR, o oficial de Justiça que procurou o endereço encontrou uma residência habitada pela mesma família há 30 anos e não localizou a empresa. Também não foram encontradas contas bancárias em nome da companhia. 

A Safenames é a detentora de quase 200 endereços na internet brasileira.

Fonte: G1

domingo, 1 de abril de 2018

Sacrilégio


Charge ABSURDA de autoria do cartunista Bennett, publicada pela "Folha de S.Paulo" em plena Quinta-feira Santa. Uma total falta de respeito não só com os católicos, mas com todos os cristãos.




A palavra 'roupa' já transmite ideia de plural quando se refere a traje completo



Trecho de reportagem publicada hoje no "Estadão", com chamada na primeira página (ATO CONTRA LULA TEVE ATÉ 'VAQUINHA'): "No meio da confusão de domingo, o responsável pelo Boneco (sic) de Lula com roupas de presidiários não apareceu".

Desnecessário o plural "roupas", haja vista que, neste contexto, o singular traz consigo a noção de "conjunto". Não satisfeito, o diário ainda flexionou indevidamente o complemento: "roupas de presidiários". Será que a intenção é dizer que tanto o personagem quanto o seu idealizador trajavam da mesma forma, daí o termo "presidiários"?

Eis uma forma correta, desfazendo-se qualquer ambiguidade: "o responsável pelo Pixuleco (boneco de Lula com roupa de presidiário) não apareceu".


Mais adiante, a reportagem afirma que a PM "teve de pedir reforços em Cascavel para manter os ânimos". Obviamente a reportagem quis dizer "para CONTER", "para ARREFECER os ânimos".


sábado, 31 de março de 2018

'Getsêmani', você pronuncia corretamente?


 Igreja do Rosário, Patos de Minas/MG (30/3/2018)


GETSÊMANI é um o horto localizado nos arredores de Jerusalém e palco de importantes passagens do Novo Testamento. Foi onde ocorreu a captura de Jesus pelos romanos, para ser levado a julgamento. O Mestre e seus discípulos mais próximos haviam se dirigido para lá logo após a Última Ceia.

Por isso é bastante comum sua citação nas celebrações da Semana Santa, véspera da Páscoa. Não é comum, porém, a sua pronúncia correta (prosódia), sendo geralmente lida "Jetsêmani" ou "Jetsemâni" (como em "jet ski").

O som da primeira sílaba, no entanto, é gué (som aberto, como em "guerra"), e o vocábulo é proparoxítono: Guetmani









sábado, 24 de março de 2018

Assim caminha a humanidade...




Passou-se mais de um século e meio desde a publicação de "Da Origem das Espécies por Meio da Seleção Natural ou a Preservação de Raças Favorecidas na Luta pela Vida", de Charles Darwin (1802-1882), e a Teoria da Evolução ainda continua incompreendida.

Para o jornalista Josias de Souza, "Está claro que, depois de evoluir do macaco, o homem já está fazendo o caminho de volta". O título do artigo postado nesta semana: APÓS EVOLUIR DO MACACO,O HOMEM ESTÁ VOLTANDO. Ora, se o macaco deu origem à humanidade, por que alguns membros continuaram sendo macaco? Ocorre que o homem não é descendente do macaco, diferentemente do que sugere a imagem abaixo e tantas outras do gênero:



Na verdade, de acordo com Darwin, o homem e o macaco se originaram de um ANCESTRAL COMUM.

Ou seja, o homem evoluiu dessa espécie primitiva, tanto quantos os macacos. O ser humano e os macacos desenvolveram características diferentes, importantes para a sobrevivência de um e de outro. "Dei a esse princípio", disse Darwin, "pelo qual cada ligeira variação, se útil, é preservada, o nome de Seleção Natural".


I have called this principle, by which each slight variation, if useful, is served, by the term of Natural Selection.

 "On the Origin of Species", III


No reino animal, tanto homens como macacos pertencem a uma mesma ordem: a dos primatas. Aquele ancestral comum não existe mais, pois evoluiu. Se o homem simplesmente tivesse "evoluído" dos macacos, estes (os macacos) também não existiriam mais.








sábado, 17 de março de 2018

Alter Egos

Tributo a Christopher Reeve: Omaha World Herald (out/2004)



Tributo a Stephen Hawkin: The Manila Times (mar/2018)


domingo, 18 de fevereiro de 2018

Alter Egos

Resultado de imagem para beijo guerra mundial

Foto by Alfred Eisenstaedt (1945)
"The Kiss",by Ziraldo Alves Pinto 

domingo, 11 de fevereiro de 2018

Alter Egos




The human body (sem data),
by Anthony Ravielli
Davi  (1504), by Michelangelo

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

domingo, 25 de setembro de 2016

Alter Egos


Michael Ramirez (11/9/2016)
The Daily Signal


Michael Ramirez (14/9/2013)
Wekly Standard

 

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Pale Blue Dot

https://writescience.files.wordpress.com/2015/07/pale-blue-dot-wallpaper-1900x1200.jpg

Na nossa obscuridade, em toda esta vastidão, não há indícios de que vá chegar ajuda de outro lugar para nos salvar de nós próprios. 




Cquote1.svg É a nossa casa, somos nós. Nele, todos a quem ama, todos a quem conhece, qualquer um sobre quem você ouviu falar, cada ser humano que já existiu, viveram as suas vidas. O conjunto da nossa alegria e nosso sofrimento, milhares de religiões, ideologias e doutrinas econômicas confiantes, cada caçador e coletor, cada herói e covarde, cada criador e destruidor da civilização, cada rei e camponês, cada jovem casal de namorados, cada mãe e pai, criança cheia de esperança, inventor e explorador, cada professor de ética, cada político corrupto, cada "superestrela", cada "líder supremo", cada santo e pecador na história da nossa espécie viveu ali - em um grão de pó suspenso num raio de sol. A Terra é um cenário muito pequeno numa vasta arena cósmica.

Pense nos rios de sangue derramados por todos aqueles generais e imperadores, para que, na sua glória e triunfo, pudessem ser senhores momentâneos de uma fração de um ponto. Pense nas crueldades sem fim infligidas pelos moradores de um canto deste pixel aos praticamente indistinguíveis moradores de algum outro canto, quão frequentes seus desentendimentos, quão ávidos de matar uns aos outros, quão veementes os seus ódios.

As nossas posturas, a nossa suposta autoimportância, a ilusão de termos qualquer posição de privilégio no Universo, são desafiadas por este pontinho de luz pálida. O nosso planeta é um grão solitário na imensa escuridão cósmica que nos cerca. Na nossa obscuridade, em toda esta vastidão, não há indícios de que vá chegar ajuda de outro lugar para nos salvar de nós próprios.

A Terra é o único mundo conhecido, até hoje, que abriga vida. Não há outro lugar, pelo menos no futuro próximo, para onde a nossa espécie possa emigrar. Visitar, sim. Assentar-se, ainda não. Gostemos ou não, a Terra é onde temos de ficar por enquanto.

Já foi dito que astronomia é uma experiência de humildade e criadora de caráter. Não há, talvez, melhor demonstração da tola presunção humana do que esta imagem distante do nosso minúsculo mundo. Para mim, destaca a nossa responsabilidade de sermos mais amáveis uns com os outros, e para preservarmos e protegermos o "pálido ponto azul", o único lar que conhecemos.


Trecho de "O pálido Ponto Azul: uma visão do futuro da humanidade no espaço".
Carl Sagan, 1994

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Aspectos psicológicos da adoção


Tarzan foi apresentado ao mundo em 1912 pelo escritor Edgar Rice Burroughs, no romance Tarzan of the Apes. ...

Sua mais recente apresentação veio através de desenhos animados do mundo mágico dos estúdios Disney. Assistir a esse filme com meus filhos e ver aquelas cenas belas e cheias de afeto tiveram o efeito de produzir pensamentos fervilhantes acerca da adoção.
A primeira analogia não deve fugir da polêmica adoção inter-racial, que, no caso do filme, é uma adoção interespécies! É um mito que se repete nas lendas e histórias da humanidade. Das lendas, ressaltam os famosos Rômulo e Remo, que foram adotados por uma loba e fundaram Roma. Da mitologia grega, podemos pinçar Hércules, um semideus, adotado por Anfitrião, também seres de espécies diferentes. Mais recentemente, mas não menos famoso, está o Super-Homem, que ainda povoa o imaginário do mundo infantil com seus superpoderes. Também é uma adoção interespécies, pois Super-Homem veio de outro planeta. O início do filme produzido pelos estúdios Disney mostra o trágico naufrágio que fez com que a família de Tarzan fosse parar numa selva não habitada por seres humanos. As cenas seguintes, que mostram a vida familiar dos gorilas e de Tarzan, são brilhantes! O diretor foi seduzido pela escola darwinista, que deixa clara a continuidade física e mental entre animais e homens. A clara referência à nossa proximidade com os antropoides é mostrada poeticamente em cenas alternadas da família de Tarzan e de famílias de gorilas.
As duas famílias fazem exatamente os mesmos gestos, brincam da mesma maneira com seus filhotes, revelam a mesma graça e alegria! Assim como em todas as histórias de filhos adotivos, existe um momento de separação da criança e seus pais biológicos. No caso de Tarzan, ocorre uma separação involuntária, pois seu pai e sua mãe pereceram ao serem atacados por um leopardo. Quase simultaneamente, uma tragédia também abala a vida dos gorilas Kala e Kerchak. De maneira simbólica, as tragédias das duas famílias são da mesma natureza: o bebê recém-nascido de Kala também morreu ao ser atacado pelo leopardo. O instinto de proteção de Kala foi despertado ao som do choro de Tarzan. Seguindo o choro, ela encontrou o bebê sozinho na cabana da árvore. No momento em que seus olhares se cruzaram, houve um encontro de duas dores tão diferentes e tão iguais; dois desejos de estar junto, de proteger e de ser protegido. Tarzan pareceu nem mesmo importar-se com aquele ser de aparência tão diferente de sua mãe, e isso reflete um pouco a prontidão existente nos bebês e crianças pequenas para criar vínculos afetivos.
De maneira geral, as crianças problematizam menos a realidade do que os adultos, cujos preconceitos, valores e condicionamentos de todos os tipos estão fortemente sedimentados. No mesmo momento em que Kala e Tarzan têm o seu primeiro contato, surge o mesmo leopardo que já havia tirado a vida do bebê de Kala e dos pais de Tarzan. Nas histórias reais de adoção, esse tigre terrível poderia representar inúmeras situações e muitos obstáculos que ainda hoje impedem e/ou dificultam que todas as crianças vivam, como lhes garante a Lei, em família e em comunidade. Poderia muito bem representar a desigualdade social, as condições abandonantes, que muitas vezes determinam o abandono ou a doação de um filho.
O leopardo poderia representar os entraves burocráticos das instituições, do Poder Público e do Sistema Judiciário. Poderia também simbolizar o descaso de algumas famílias, a negligência, os maus-tratos, a agressão e a violência contra a criança... Não é difícil encontrar representantes na vida real para os vilões das histórias infantis. Nesse conjunto aqui retratado – abandono e adoção –, as dificuldades são bastante conhecidas de todos nós. Por outro lado, também é muito fácil encontrar a bondade, a perseverança, a força e o amor nesse universo da adoção. A luta tão desigual de Kala, a gorila, com Sabor, o leopardo, para salvar o bebê Tarzan, é fascinante! Todos os meios de proteção do bebê são utilizados por Kala, que ainda não sabia, mas já era a mãe adotiva. Com certeza ela percebe, naquele bebê-gorila-sem-pelos, uma possibilidade de lidar com a sua angústia ao perder o seu filho. Para muitas famílias, a luta do filho que nem chegou a ser gerado, ou as dolorosas tentativas através da Medicina para gerar um filho biológico. No entanto, gostaria de interpretar o ataque de Kala contra o leopardo-maléfico como muito mais emblemática. Nos momentos mais perigosos da luta, Kala não se importa mais com ela mesma.
Ela deseja somente salvar aquele bebê do perigo que está ao seu redor, de todos os entraves sociais, do abandono, da solidão, da morte. Ela quer ter um filho, mas, antes de tudo, ela já exerce o papel de mãe. Papel de protetora. É claro que todos nós sabemos que existem, sim, inúmeras mães e pais biológicos que não são mães nem pais no sentido estrito da palavra. Ser mãe e ser pai é muito mais do que fecundar, gerar ou dar à luz. Ser mãe e pai está além da biologia. A verdadeira parentalidade concentra-se principalmente na capacidade de construir uma relação de amor. E construir uma relação de amor também implica doar-se um pouco, ceder em muitos momentos, proteger em todos os momentos, possibilitar independência... A relação de Kerchak, o pai adotivo que somente assumiu essa relação momentos antes de sua morte, também é significativa. Quando Kala apresentou-lhe o pequeno Tarzan, ele lhe disse: ‘Você pode criá-lo, mas ele não é meu filho’. Parece incongruente, mas talvez seja mesmo muito mais difícil para o homem do que para a mulher a questão de não poder procriar ou de aceitar um filho que não tem os seus genes.
...
Culturalmente, o homem é criado para a continuação do seu nome. A continuação do rito familiar foi exatamente o motivo pelo qual o instituto da adoção foi criado pelos romanos da Antiguidade.

...

O desenvolvimento da vida de Tarzan mostra, com clareza, o quanto o ambiente é muito mais importante na vida de uma pessoa do que a sua herança genética. Tarzan adaptou-se perfeitamente ao ambiente da selva, aos modos da espécie dos gorilas, aos gestos e maneirismos de seus pais adotivos.

...
As mais recentes conclusões mostram que, na verdade, a grande população de crianças adotivas que frequentam consultórios psicológicos, psiquiátricos, de pedagogos, etc. deve-se não aos seus reais problemas, mas à grande ansiedade de seus pais adotivos! Sem muitas vezes perceber, pais adotivos tentam ‘provar’ ao mundo que seus filhos são tão capazes como os filhos ‘biológicos’. Qualquer pequena dificuldade que seria considerada sem importância por pais biológicos é levada muito a sério por boa parte dos pais adotivos, que, imediatamente, tratam de encaminhar seus filhos para o devido ‘tratamento’.


...
É um bom momento de reflexão, para todos os pais e mães adotivos ou biológicos, sobre as expectativas que colocamos nos ombros de nossos filhos... Outra bonita metáfora que podemos fazer, nessa história infantil, é que, apesar de Tarzan adaptar-se perfeitamente à selva e cruzar as matas velozmente, em cipós, e copiar o andar dos gorilas, a sua mãe incentivou-o a revelar suas características pessoais. Cada um tem o seu talento dentro de si. No momento em que Tarzan tentava imitar o som de vários animais, a mãe disse-lhe que ele deveria encontrar o seu próprio som. Ele entendeu a mensagem e inventou o seu hollywoodiano ‘grito de Tarzan’, imortalizado pelo ator Johnny Weissmuller, na década de 30! Mais bonito ainda, quando seus amigos gorilas começaram, então, a imitar o seu grito...

...
Ainda no início da história, a mãe Kala quer desesperadamente mostrar a Tarzan que eles podem se dar bem, que ele não precisa ter medo dela, que eles têm muitas coisas em comum. Quer mostrar que, apesar da aparência, por dentro, eles são iguais. Ela faz com que ele sinta o seu próprio coração e, em seguida, coloca-o no seu peito para sentir o dela. O coração, esse símbolo cultural de amor, revela sua majestade na cena. A necessidade do vínculo afetivo, a aprendizagem sobre relações de amor, é tão forte que, quando Tarzan tenta conquistar as graças da querida Jane, ele lhe faz exatamente o mesmo gesto.

...
Tarzan descobriu o significado de família no momento em que teve de defendê-la de grande perigo. Tarzan ficou e trouxe um pouco do ‘outro mundo’ para ficar com ele. Mas o mais importante, nessa minha cena favorita do ‘coração’, é que ela enfatiza que não deveríamos ter a necessidade de falar das diferenças, dos preconceitos ou das cores das pessoas, pois a melodia de nossos corações é sempre igual!

(WEBER, Lidia Natalia Dobrianskyj. Aspectos psicológicos da adoção. 2. ed. Curitiba: Juruá, 2014. p. 28-31).

domingo, 12 de julho de 2015

terça-feira, 7 de julho de 2015

sábado, 13 de junho de 2015

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Clarice Lispector: obra completa em PDF


Superpack com toda a obra escrita e algumas coletâneas póstumas de Clarice Lispector.



Clique aqui para BAIXAR os 22 volumes da coleção.
Faça-o antes que deletem novamente!